• Karine Durães

A impressão das avós



Durante nossa visita tivemos a oportunidade de falar com duas avós sobre a alimentação dos netos.  Conversamos especialmente sobre as diferenças entre a alimentação que elas forneciam para as filhas delas em relação aos alimentos que seus netos recebiam.


As duas disseram que, na ‘época delas’, não tinham acesso a produtos ultraprocessados como esses “salgadinhos, coisinhas, bolachinhas”e seus filhos não comeram esses produtos.


Elas observam, com preocupação, que as criança deixam de comer comida ou uma fruta para comer os produtos industrializados e isso pode não ser bom para a saúde deles.

Na nossa estada no quilombo vi apenas uma única criança com um ‘salgadinho’. E essa criança compartilhava com todas as crianças seu lanche, sem distinção de idade – davam para os bebês também. Afinal, parece normal compartilhar qualquer comida que você poderia comer. Todos comem a mesma comida.


Quanto tempo passará para que essas mais  pessoas, que ainda vivem mais próximos da natureza, mudem seus hábitos e sejam cada vez mais como a sociedade urbana, comendo produtos no lugar de comida de verdade?  

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